This is default featured post 1 title
Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.
This is default featured post 2 title
Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.
This is default featured post 3 title
Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.
This is default featured post 4 title
Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.
This is default featured post 5 title
Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
One of my lies
As vezes eu olho ao meu redor e tudo que vejo parece uma vida sem mim. É como se eu estivesse de fora, assistindo a vida dos outros. Os outros sendo amigos, os outros se amando (ou se odiando), os outros interagindo e combinando encontros, os outros falando bem de outros, os outros se importando demais com outros.
Nada nunca parece ser comigo. Não sou parte de nada, nem nada melhor de ninguém. Não sou a melhor filha, nem a melhor amiga, nem a melhor funcionária. Talvez até para as coisas nas quais sou única eu não seja a melhor, como irmã ou namorada.
Onde eu pertenço?
Esses dias me peguei lendo um quote de One Tree Hill de um dos episódios mais emocionantes da série, quando o Jimmy faz todos de reféns na escola:
"Sabe, uma vez eu passei o dia inteiro nessa escola sem sequer uma pessoa me olhar ou falar comigo. E percebi que foi o melhor dia que tive em um longo tempo. O dia que ninguém me notou. O dia que eu parei de estar lá. Foi o melhor dia. Bem, isso é um pouco depressivo, então eu fui pra casa e tomei um anti-depressivo. E então tomei outro. E depois, por diversão, mais 20. Minha mãe e os médicos chamaram isso de acidente, e duas semanas mais tarde, quando voltei pra escola, ninguém notou. Era como se eu nunca tivesse partido. Eu acho que este é o lado posivito de não estar lá, em primeiro lugar, certo? Ninguém sente sua falta quando você se vai."
É exatamente isso. Ninguém vem atrás de mim, ninguém se importa, ninguém se importa o bastante. Na doce ilusão, me pergunto se alguém sentiria minha falta...
Onde está a esperança?
terça-feira, 20 de abril de 2010
Tell me...
Green Day - When It's time (Quando é a hora)
Words get trapped in my mind,
Palavras presas em minha mente
Sorry I don't take the time to feel the way I do.
Desculpe não tirar tempo para me sentir da maneira que me sinto
'Cause the first day you came into my life,
Porque o primeiro dia que você apareceu em minha vida
My time ticks around you
Meu tempo girou ao seu redor
But then I need your voice
Mas então eu preciso da sua voz
And the key to unlock all the love trapped in me
E da chave para desbloquear todo o amor preso em mim
So tell me when it's time to say I love you.
Me diga quando é a hora de dizer 'eu te amo'
All I want is you to understand,
Tudo o que eu quero é que você entenda
That when I take your hand, it's 'cause I want to.
Que quando eu pego sua mão, é porque eu quero
We are all born in a world of doubt
Nós todos nascemos em um mundo de dúvidas
But there's no doubt,
Mas não há dúvidas
I figured out...
Eu descobri
I love you.
Que amo você
I've been longing for
Eu tenho desejado
All the losers that were meant to take the time to say,
Por todos aqueles perdedores que foram feitos para tirar tempo para dizer
What was really on their mind,
O que realmente está em suas mentes,
Instead they just hide away
Ao invés de esconderem
Yet they'll never have
Eles nunca terão
Someone like you to back them and help them on the way.
Alguém como você para ir até eles e ajudá-los no caminho
Or tell them when it's time to say I love you.
Ou para dizer quando é hora de dizer 'eu te amo'
So tell me when it's time to say I love you.
Então me diga quando é a hora de dizer 'eu te amo'
Words get trapped in my mind,
Palavras presas em minha mente
Sorry I don't take the time to feel the way I do.
Desculpe não tirar tempo para me sentir da maneira que me sinto
'Cause the first day you came into my life,
Porque o primeiro dia que você apareceu em minha vida
My time ticks around you
Meu tempo girou ao seu redor
But then I need your voice
Mas então eu preciso da sua voz
And the key to unlock all the love trapped in me
E da chave para desbloquear todo o amor preso em mim
So tell me when it's time to say I love you.
Me diga quando é a hora de dizer 'eu te amo'
All I want is you to understand,
Tudo o que eu quero é que você entenda
That when I take your hand, it's 'cause I want to.
Que quando eu pego sua mão, é porque eu quero
We are all born in a world of doubt
Nós todos nascemos em um mundo de dúvidas
But there's no doubt,
Mas não há dúvidas
I figured out...
Eu descobri
I love you.
Que amo você
I've been longing for
Eu tenho desejado
All the losers that were meant to take the time to say,
Por todos aqueles perdedores que foram feitos para tirar tempo para dizer
What was really on their mind,
O que realmente está em suas mentes,
Instead they just hide away
Ao invés de esconderem
Yet they'll never have
Eles nunca terão
Someone like you to back them and help them on the way.
Alguém como você para ir até eles e ajudá-los no caminho
Or tell them when it's time to say I love you.
Ou para dizer quando é hora de dizer 'eu te amo'
So tell me when it's time to say I love you.
Então me diga quando é a hora de dizer 'eu te amo'
domingo, 18 de abril de 2010
"Can't quite tell just what it means to me"
Sempre, em todas as ocasiões da minha vida, eu posso me identificar de alguma forma com o Green Day. Algumas músicas traduzem perfeitamente meu estado emocional/psicológico do momento, e quem eu sou e/ou estou me tornando.
Recentemente a música que tem se tornado muito especial é a Macy's Day Parade, quotando a frase "And i'm thinking about the brand new hope, the one i've never know, cause now I know its all that I wanted". (E estou pensando na nova esperança, aquela que nunca conheci. Pois agora eu sei que era tudo o que eu queria.)
E era.
Quem me conheceu há alguns anos atras, tinha a certeza que conhecia uma pessoa insensível e fria. Não. Não era insensibilidade, nem de longe frieza. Era uma pessoa machucada, uma pessoa que já cometeu muitos erros e sofreu bastante por eles. Alguém sem fé e com medo, e que acabava optando sempre pelo caminho mais "fácil", porque encarar medos e traumas são para os corajosos, para os fortes.
Mas eu encarei, e digo com plena convicção que me surpreendi. A sensação de liberdade, de paz, de sentir essa nova esperança que no fundo eu sempre quis, é inexplicavelmente prazerosa.
"Trust is a dirty word that comes only from such a liar, but respect is something I will earn if you have faith" (Confiança é uma palavra suja que sem somente de um mentiroso, mas respeito é algo que eu adquirei, se você tiver fé)
Eu aprendi isso, eu acredito nisso, e melhor de tudo, eu sinto isso. Exatamente como na frase.
O único medo que continua é de tornar tudo isso público, é de dizer em bom som para que todos saibam... porque me expor nunca me fez bem. As pessoas podem ser bem cruéis na hora de humilhar/destruir alguém.
Mas é hora de encará-lo mais uma vez.
I've been waiting a long time for this moment to come.. (Tenho esperado muito tempo para este momento chegar)
Sempre, em todas as ocasiões da minha vida, eu posso me identificar de alguma forma com o Green Day. Algumas músicas traduzem perfeitamente meu estado emocional/psicológico do momento, e quem eu sou e/ou estou me tornando.
Recentemente a música que tem se tornado muito especial é a Macy's Day Parade, quotando a frase "And i'm thinking about the brand new hope, the one i've never know, cause now I know its all that I wanted". (E estou pensando na nova esperança, aquela que nunca conheci. Pois agora eu sei que era tudo o que eu queria.)
E era.
Quem me conheceu há alguns anos atras, tinha a certeza que conhecia uma pessoa insensível e fria. Não. Não era insensibilidade, nem de longe frieza. Era uma pessoa machucada, uma pessoa que já cometeu muitos erros e sofreu bastante por eles. Alguém sem fé e com medo, e que acabava optando sempre pelo caminho mais "fácil", porque encarar medos e traumas são para os corajosos, para os fortes.
Mas eu encarei, e digo com plena convicção que me surpreendi. A sensação de liberdade, de paz, de sentir essa nova esperança que no fundo eu sempre quis, é inexplicavelmente prazerosa.
"Trust is a dirty word that comes only from such a liar, but respect is something I will earn if you have faith" (Confiança é uma palavra suja que sem somente de um mentiroso, mas respeito é algo que eu adquirei, se você tiver fé)
Eu aprendi isso, eu acredito nisso, e melhor de tudo, eu sinto isso. Exatamente como na frase.
O único medo que continua é de tornar tudo isso público, é de dizer em bom som para que todos saibam... porque me expor nunca me fez bem. As pessoas podem ser bem cruéis na hora de humilhar/destruir alguém.
Mas é hora de encará-lo mais uma vez.
I've been waiting a long time for this moment to come.. (Tenho esperado muito tempo para este momento chegar)
quarta-feira, 29 de julho de 2009
"Quer você pense que pode ou não pode, de qualquer forma, você está certo."
Eu acredito plenamente nessa frase, como acredito plenamente na lei da atração e no fato de que tudo o que acontece em nossa vida é fruto de nossa mente. E é. Acredite você ou não, mas é.
A lei da atração é como a lei da gravidade. Não importa se você acredita nela, mas se você pular de um lugar alto, você vai cair e pronto.
E sabe qual é o inimigo mais poderoso do mundo inteiro? Você mesmo!
É muito fácil responder alguém, é muito mais fácil ainda fingir que o que alguém te diz não te atinge, quando na sua mente aquilo te corrói, quando seu coração fica dilacerado com aquilo que foi dito.
As pessoas 'normais' (elas existem?) não têm idéia do poder que as palavras têm. Elas falam, riem, zombam, e acham que quem escuta não capta a mensagem, só escuta e acabou. Mas não é assim que acontece, é assim que DEVERIA acontecer, ou é assim que acontece com uma pessoa que tenha uma mente boa e esteja feliz consigo mesmo.
E as consequências de algumas palavras ou brincadeirinhas de mal gosto podem ter uma dimensão enorme na vida de alguém.
Eu sei. Teve na minha. Continua tendo.
Parece desculpa esfarrapada de pessoas que não fazem nada pra mudar a vida, e não deixa de ser, se for analisar direitinho. Entretanto, quem pensa assim não sabe como é difícil.... COMO é difícil ter uma mente saudável, quando ela já foi tão agredida.
Sabe o que é pior de tudo? É esperar que realizar meus sonhos me façam melhorar minha mente.
É achar que mudando de lugar, de cidade, de amigos ou seja lá de que, eu também vou mudar minha vida. Mas não vou. Não vou porque não mudo a mim mesma. Não vou porque não importa onde e com quem, eu sempre tomarei as mesmas atitudes e terei os mesmos medos e anseios. A insegurança não some, a mágoa não acaba, as lembranças insistem em fazer com que o passado se repita over and over again.
Do fundo do meu ser, eu preciso melhorar. Eu reconheço minhas fraquezas e meus pontos fracos, eu tenho consciência de que preciso mudar.
"Para obter algo que nunca teve, você deve fazer algo que nunca fez."
A pergunta é... como? :(
Eu acredito plenamente nessa frase, como acredito plenamente na lei da atração e no fato de que tudo o que acontece em nossa vida é fruto de nossa mente. E é. Acredite você ou não, mas é.
A lei da atração é como a lei da gravidade. Não importa se você acredita nela, mas se você pular de um lugar alto, você vai cair e pronto.
E sabe qual é o inimigo mais poderoso do mundo inteiro? Você mesmo!
É muito fácil responder alguém, é muito mais fácil ainda fingir que o que alguém te diz não te atinge, quando na sua mente aquilo te corrói, quando seu coração fica dilacerado com aquilo que foi dito.
As pessoas 'normais' (elas existem?) não têm idéia do poder que as palavras têm. Elas falam, riem, zombam, e acham que quem escuta não capta a mensagem, só escuta e acabou. Mas não é assim que acontece, é assim que DEVERIA acontecer, ou é assim que acontece com uma pessoa que tenha uma mente boa e esteja feliz consigo mesmo.
E as consequências de algumas palavras ou brincadeirinhas de mal gosto podem ter uma dimensão enorme na vida de alguém.
Eu sei. Teve na minha. Continua tendo.
Parece desculpa esfarrapada de pessoas que não fazem nada pra mudar a vida, e não deixa de ser, se for analisar direitinho. Entretanto, quem pensa assim não sabe como é difícil.... COMO é difícil ter uma mente saudável, quando ela já foi tão agredida.
Sabe o que é pior de tudo? É esperar que realizar meus sonhos me façam melhorar minha mente.
É achar que mudando de lugar, de cidade, de amigos ou seja lá de que, eu também vou mudar minha vida. Mas não vou. Não vou porque não mudo a mim mesma. Não vou porque não importa onde e com quem, eu sempre tomarei as mesmas atitudes e terei os mesmos medos e anseios. A insegurança não some, a mágoa não acaba, as lembranças insistem em fazer com que o passado se repita over and over again.
Do fundo do meu ser, eu preciso melhorar. Eu reconheço minhas fraquezas e meus pontos fracos, eu tenho consciência de que preciso mudar.
"Para obter algo que nunca teve, você deve fazer algo que nunca fez."
A pergunta é... como? :(
quinta-feira, 25 de junho de 2009
É com uma inexplicável tristeza que venho aqui atualizar este blog, pois hoje não faleceu somente o rei do pop; Michael Jackson é o maior artista da MINHA geração, o cara que conquistou o mundo pelo talento desde pequenininho, o ídolo de várias gerações antes e depois de mim, afinal, lendas nunca morrem. Seu 'legado' será passado para filhos, netos e bisnetos, ninguém, em lugar algum, esquecerá de suas músicas e de tudo o que ele transformou com elas.
Eu nasci em 1985, pouco depois do clipe melhor clipe do mundo ser lançado (Thriller), ele estava em auge.
Não vi John Lennon, não vi Elvis, nem outras lendas da música mundial, mas para mim, Michael Jackson sempre existiu. Sempre foi o Rei do Pop, ele já era quem é. Não consigo pensar em um mundo SEM MJ. Hoje consigo compreender o que o mundo sentiu com a perda dos outros grandes artistas, as quais não acompanhei.
E dói, dói saber que um cara como ele foi tão destruído e crucificado pela mídia com acusações das quais, mais tarde, foi absolvido. Mas se há um consolo para mim, e talvez para ele, é ver que a tentativa de acabar com sua imagem foi em vão, pois hoje TODOS estão arrasados com sua morte.
Uma grande perda para a música, para o pop.
É tão injusto... pessoas assim nunca deviam morrer. Como diria minha amiga Letícia, Michael devia congelar em cera, virar estátua, no máximo explodir em porpurina.
E mais triste ainda é pensar que a carreira dele podia estar prestes a decolar mais uma vez com o lançamento de um cd e uma nova turnê! :(
Michael é tão importante (eu me recuso a dizer que foi! Ele foi, é e sempre será!), que não precisava estar na mídia pra ser querido, bastava estar vivo. E hoje, as lágrimas de todos provam isso.
Ídolo. Pra sempre.
"Though we're far apart
You're always in my heart"
Eu nasci em 1985, pouco depois do clipe melhor clipe do mundo ser lançado (Thriller), ele estava em auge.
Não vi John Lennon, não vi Elvis, nem outras lendas da música mundial, mas para mim, Michael Jackson sempre existiu. Sempre foi o Rei do Pop, ele já era quem é. Não consigo pensar em um mundo SEM MJ. Hoje consigo compreender o que o mundo sentiu com a perda dos outros grandes artistas, as quais não acompanhei.
E dói, dói saber que um cara como ele foi tão destruído e crucificado pela mídia com acusações das quais, mais tarde, foi absolvido. Mas se há um consolo para mim, e talvez para ele, é ver que a tentativa de acabar com sua imagem foi em vão, pois hoje TODOS estão arrasados com sua morte.
Uma grande perda para a música, para o pop.
É tão injusto... pessoas assim nunca deviam morrer. Como diria minha amiga Letícia, Michael devia congelar em cera, virar estátua, no máximo explodir em porpurina.
E mais triste ainda é pensar que a carreira dele podia estar prestes a decolar mais uma vez com o lançamento de um cd e uma nova turnê! :(
Michael é tão importante (eu me recuso a dizer que foi! Ele foi, é e sempre será!), que não precisava estar na mídia pra ser querido, bastava estar vivo. E hoje, as lágrimas de todos provam isso.
Ídolo. Pra sempre.
"Though we're far apart
You're always in my heart"
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Cuz I'm thinkin about a brand new hope
The one I've never known...
O amor, o amor, o amor...
É um sentimento tão complexo de se descrever, porque afinal, cada um tem sua forma de amar, ou tem seu conceito sobre o que é amar.
Aqui vou dizer o que eu acho sobre isso. Se eu acredito que ele exista? Mas é claro! Por incrível que pareça, Carol, a menina mais descrente e cética de relacionamentos que existe, acredita que amor exista.
Vou começar com exemplos de outros tipos de amor, pra poder mostrar onde quero chegar.
Meu amor por ídolos, heróis, famosos, ou seja lá como vocês queiram definir. Amor por pessoas que existem, que fazem algo que eu considero realmente admirável, e que é, mal sabem da minha existência.
O que eu fiz ano passado? Eu viajei, gastei dinheiro, passei frio, fome, cansei, e tudo em nome de que? Alguns consideram loucura, outros doença, mas eu prefiro usar a palavra amor.
Por amor, por admiração. O amor pra mim é um estímulo, é algo que faça com que a gente queira lutar por algo ou por alguém. É um sentimento que nos incentiva e nos faz achar que não há limites para buscar o que amamos.
Sacríficios sim, mas com a recompensa. E olha que a sensação de vitória, a sensação da conquista, os poucos, mas tão significantes minutos ali são a maior glória. É realmente inexplicável pra quem nunca sentiu, mas quem SENTE entende.
Não adianta começar a falar mil frases clichês e contar histórias de outras pessoas. Não adianta começar a dizer que "o amor move montanhas", porque quem nunca se sentiu assim, vai achar que é só um monte de palavra cuspida pra parecer poeta.
Da mesma forma, existe o amor pela família, pelos amigos.
A convivência é mesmo algo difícil de se lidar. Mas a gente sabe que o amor existe, quando conseguimos tolerar defeitos, superar diferenças e ainda assim, fazer questão de estar ao lado daquela pessoa, pro que der e vier. Sentir falta dos defeitos até. Rir deles, quem sabe?
Quando se ama de verdade, se quer o melhor praquela pessoa. Se vai doer ou não pra você , não importa. É o sacrifício que as vezes temos que pagar por amar.
Mas acima de tudo, o amor é mesmo o que nos faz acordar de bem humor, o que nos faz ser mais feliz. Não importa o que ou quem você ame, mas a dedicação e o cuidado que você tem. Saber valorizar, saber aceitar, saber compartilhar.
Eu não acredito é que você possa amar milhares de vezes como é hoje em dia. A cada novo relacionamento, a cada seis meses, você ama alguém diferente. Virou moda? Virou epidemia de amor? Eu acredito num amor de livros, num amor de contos de fadas, naquele tipo de amor que "ou se ama para sempre ou nunca se amou verdadeiramente."
Porque pra mim amor é troca. Você dá e recebe de volta, sempre.
Mas você só dá o que você tem...essa é a lógica, afinal.E talvez esse seja o maior erro das pessoas. A falta do amor próprio. E digo isso por mim mesma... talvez esse seja o MEU erro. Talvez não, este É o meu erro.
O dia que eu parar de cobrar das pessoas algo que nem eu mesma tenho, eu serei mais feliz e satisfeita com as pessoas e com a vida.
O amor, o amor, o amor...
É um sentimento tão complexo de se descrever, porque afinal, cada um tem sua forma de amar, ou tem seu conceito sobre o que é amar.
Aqui vou dizer o que eu acho sobre isso. Se eu acredito que ele exista? Mas é claro! Por incrível que pareça, Carol, a menina mais descrente e cética de relacionamentos que existe, acredita que amor exista.
Vou começar com exemplos de outros tipos de amor, pra poder mostrar onde quero chegar.
Meu amor por ídolos, heróis, famosos, ou seja lá como vocês queiram definir. Amor por pessoas que existem, que fazem algo que eu considero realmente admirável, e que é, mal sabem da minha existência.
O que eu fiz ano passado? Eu viajei, gastei dinheiro, passei frio, fome, cansei, e tudo em nome de que? Alguns consideram loucura, outros doença, mas eu prefiro usar a palavra amor.
Por amor, por admiração. O amor pra mim é um estímulo, é algo que faça com que a gente queira lutar por algo ou por alguém. É um sentimento que nos incentiva e nos faz achar que não há limites para buscar o que amamos.
Sacríficios sim, mas com a recompensa. E olha que a sensação de vitória, a sensação da conquista, os poucos, mas tão significantes minutos ali são a maior glória. É realmente inexplicável pra quem nunca sentiu, mas quem SENTE entende.
Não adianta começar a falar mil frases clichês e contar histórias de outras pessoas. Não adianta começar a dizer que "o amor move montanhas", porque quem nunca se sentiu assim, vai achar que é só um monte de palavra cuspida pra parecer poeta.
Da mesma forma, existe o amor pela família, pelos amigos.
A convivência é mesmo algo difícil de se lidar. Mas a gente sabe que o amor existe, quando conseguimos tolerar defeitos, superar diferenças e ainda assim, fazer questão de estar ao lado daquela pessoa, pro que der e vier. Sentir falta dos defeitos até. Rir deles, quem sabe?
Quando se ama de verdade, se quer o melhor praquela pessoa. Se vai doer ou não pra você , não importa. É o sacrifício que as vezes temos que pagar por amar.
Mas acima de tudo, o amor é mesmo o que nos faz acordar de bem humor, o que nos faz ser mais feliz. Não importa o que ou quem você ame, mas a dedicação e o cuidado que você tem. Saber valorizar, saber aceitar, saber compartilhar.
Eu não acredito é que você possa amar milhares de vezes como é hoje em dia. A cada novo relacionamento, a cada seis meses, você ama alguém diferente. Virou moda? Virou epidemia de amor? Eu acredito num amor de livros, num amor de contos de fadas, naquele tipo de amor que "ou se ama para sempre ou nunca se amou verdadeiramente."
Porque pra mim amor é troca. Você dá e recebe de volta, sempre.
Mas você só dá o que você tem...essa é a lógica, afinal.E talvez esse seja o maior erro das pessoas. A falta do amor próprio. E digo isso por mim mesma... talvez esse seja o MEU erro. Talvez não, este É o meu erro.
O dia que eu parar de cobrar das pessoas algo que nem eu mesma tenho, eu serei mais feliz e satisfeita com as pessoas e com a vida.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Não aguentei! :)
Livros são fantásticos. É o momento onde esquecemos do mundo exterior para acompanhar uma outra história, dentro de um outro contexto, e... imaginar. É algo tão pessoal, que cada um inventa a própria história dentro de si, mesmo com a descrição de tudo estar bem ali. Os personagens, suas fisionomias, o modo como falam e como olham, os lugares, as roupas, tudo. A partir do momento que você lê, você cria empatia por aqueles personagens, por aquela história. Você os descobre conforme a leitura, você descobre a história junto com eles. Você vive e sente aquilo ali, muitas vezes de forma tão intensa, que dá até tristeza quando vê que não é real.
Então você descobre que um dos livros que você mais ama será transformado em filme, numa adaptação para cinema. O temor toma conta! Por que afinal, quem pode julgar ser o mais importante da história para entrar no filme? Quem pode julgar se os atores são ou não parecidos com os personagens? E o quanto eles pretendem mudar a história? O medo de que os produtores te desiludam com a história te deixa ansioso.
Você então começa a esperar demais daquilo ali. Mas vale lembrar que, como o próprio nome já diz, é uma adaptação do livro. Porque para ler, você pode levar dias, mas para um filme, ninguém teria paciência e saco de ficar na frente da TV por horas e horas seguidas.
Então um livro de no mínimo 400 páginas e dias de leitura é reduzido a duas míseras horas em uma fita. A história é comprimida para poder ser exibida à todos os espectadores.
Aliás, o cinema abrange um público muito maior, portanto é necessário fazer mudanças no filme para que ele não fuja do enredo principal, mas para que ele seja agradável a todos, os que leram o livro, e os que não leram.
Isso é uma enorme responsabilidade. E são poucos os filmes que conseguiram ser bem adaptados, e receber aplausos de fãs e críticos de cinema.
Um deles, na minha visão, é Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. O diretor conseguiu se focar na história do livro, adaptando-o bem para cinema, com as cenas mais importantes presentes. Ele conseguiu fazer simplesmente um bom filme, apenas se baseando na história do livro, mas fazendo do jeito dele.
Este ano o meu medo (e espera) pessoal foi o filme do tema desse layout, Twilight (Crepúsculo). E foi o que eu mais acompanhei todo o processo, desde que os atores foram escalados, até as primeiras entrevistas, as primeiras fotos, os primeiros artigos, as primeiras cenas, o primeiro trailer. Tudo isso só criou em mim mais expectativas quanto ao filme.
Bella Swan é a protagonista. A jovem de 17 anos que narra a história da série, se muda de Phoenix para Forks, uma cidadezinha no estado de Washington, para morar com seu pai, Charlie.
Apesar de odiar Forks, Bella encontra lá o amor de sua vida; Edward Cullen.
Edward é o cara mais lindo e misterioso da Forks High School, e também o maior perigo para Bella. Acontece que ele é um vampiro, e o sangue de Bella é o mais tentador do mundo inteiro para ele.
Edward tem que lutar para manter Bella segura não apenas de outros da sua espécie, como principalmente dele mesmo.
Este é um breve resumo sobre a história, mas vale a pena ler, a série é ótima!
Assista aqui ao trailer do filme.
Ele finalmente estreou dia 21 de novembro nos Estados Unidos, e como boa fã que não aguenta esperar a estréia brasileira do dia 19 de dezembro, eu já baixei na internet e assisti o filme!
Devo bater palmas para os atores. Kristen e Robert foram ótimos no papel de Edward e Bella, e não poderia haver um Edward melhor que o dele!
Não é por ser fã de Pattinson que eu digo isso. Ele realmente me fez, inclusive, esquecer que ali era ele que estava atuando. Eu suspirei apaixonada, mas pelo fato de ver o meu querido e amado Edward Cullen ganhando vida!
A história que tanto me fez sonhar, finalmente estava ali, no monitor do meu computador.
Não vou dizer que é tão bom quanto o livro, seria exagerar. O livro é mil vezes melhor, rico em mais detalhes, e você pode sentir muito mais o amor dos protagonistas. Entretanto, eles conseguiram fazer um bom filme,a ponto de que quem nunca leu, vai querer sair do cinema e ir para a livraria mais próxima para comprar o livro.
Destaco mais cinco personagens que estão sensacionais: Carlisle, Charlie, Mike, Victoria e James!
Peter só não foi o melhor ator do filme talvez pela minha paixão excessiva à Edward Cullen, mas Carlisle foi muito bem representado no filme. Parabéns a ele!
Charlie e Mike estão exatamente como eu imaginei. Dica: estou amando Michael Welch!
E Victoria e James estão perfeitos! Muito boa a escolha dos atores!
VOLTA CAM!
Não me arrependo nem um pouco de ter assistido antes do cinema. Só me fez ter vontade de ver mais ainda nas telonas, e não apenas uma, mas inúmeras vezes!
Recomendadíssimo!
Então você descobre que um dos livros que você mais ama será transformado em filme, numa adaptação para cinema. O temor toma conta! Por que afinal, quem pode julgar ser o mais importante da história para entrar no filme? Quem pode julgar se os atores são ou não parecidos com os personagens? E o quanto eles pretendem mudar a história? O medo de que os produtores te desiludam com a história te deixa ansioso.
Você então começa a esperar demais daquilo ali. Mas vale lembrar que, como o próprio nome já diz, é uma adaptação do livro. Porque para ler, você pode levar dias, mas para um filme, ninguém teria paciência e saco de ficar na frente da TV por horas e horas seguidas.
Então um livro de no mínimo 400 páginas e dias de leitura é reduzido a duas míseras horas em uma fita. A história é comprimida para poder ser exibida à todos os espectadores.
Aliás, o cinema abrange um público muito maior, portanto é necessário fazer mudanças no filme para que ele não fuja do enredo principal, mas para que ele seja agradável a todos, os que leram o livro, e os que não leram.
Isso é uma enorme responsabilidade. E são poucos os filmes que conseguiram ser bem adaptados, e receber aplausos de fãs e críticos de cinema.
Um deles, na minha visão, é Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. O diretor conseguiu se focar na história do livro, adaptando-o bem para cinema, com as cenas mais importantes presentes. Ele conseguiu fazer simplesmente um bom filme, apenas se baseando na história do livro, mas fazendo do jeito dele.
Este ano o meu medo (e espera) pessoal foi o filme do tema desse layout, Twilight (Crepúsculo). E foi o que eu mais acompanhei todo o processo, desde que os atores foram escalados, até as primeiras entrevistas, as primeiras fotos, os primeiros artigos, as primeiras cenas, o primeiro trailer. Tudo isso só criou em mim mais expectativas quanto ao filme.
Bella Swan é a protagonista. A jovem de 17 anos que narra a história da série, se muda de Phoenix para Forks, uma cidadezinha no estado de Washington, para morar com seu pai, Charlie.
Apesar de odiar Forks, Bella encontra lá o amor de sua vida; Edward Cullen.
Edward é o cara mais lindo e misterioso da Forks High School, e também o maior perigo para Bella. Acontece que ele é um vampiro, e o sangue de Bella é o mais tentador do mundo inteiro para ele.
Edward tem que lutar para manter Bella segura não apenas de outros da sua espécie, como principalmente dele mesmo.
Este é um breve resumo sobre a história, mas vale a pena ler, a série é ótima!
Assista aqui ao trailer do filme.
Ele finalmente estreou dia 21 de novembro nos Estados Unidos, e como boa fã que não aguenta esperar a estréia brasileira do dia 19 de dezembro, eu já baixei na internet e assisti o filme!
Devo bater palmas para os atores. Kristen e Robert foram ótimos no papel de Edward e Bella, e não poderia haver um Edward melhor que o dele!
Não é por ser fã de Pattinson que eu digo isso. Ele realmente me fez, inclusive, esquecer que ali era ele que estava atuando. Eu suspirei apaixonada, mas pelo fato de ver o meu querido e amado Edward Cullen ganhando vida!
A história que tanto me fez sonhar, finalmente estava ali, no monitor do meu computador.
Não vou dizer que é tão bom quanto o livro, seria exagerar. O livro é mil vezes melhor, rico em mais detalhes, e você pode sentir muito mais o amor dos protagonistas. Entretanto, eles conseguiram fazer um bom filme,a ponto de que quem nunca leu, vai querer sair do cinema e ir para a livraria mais próxima para comprar o livro.
Destaco mais cinco personagens que estão sensacionais: Carlisle, Charlie, Mike, Victoria e James!
Peter só não foi o melhor ator do filme talvez pela minha paixão excessiva à Edward Cullen, mas Carlisle foi muito bem representado no filme. Parabéns a ele!
Charlie e Mike estão exatamente como eu imaginei. Dica: estou amando Michael Welch!
E Victoria e James estão perfeitos! Muito boa a escolha dos atores!
VOLTA CAM!
Não me arrependo nem um pouco de ter assistido antes do cinema. Só me fez ter vontade de ver mais ainda nas telonas, e não apenas uma, mas inúmeras vezes!
Recomendadíssimo!
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Cara nova...
É, o que acharam desse layout que a Nina fez pra mim? awwww! Thanks, poia! Me ama muito! <3 Amei!
Edward e Bella, nada como o casal mais lindo do momento (e de todos os tempos) pra ser tema aqui... prestes a estreiar o filme, e eu já baixei! É, não resisti! /o\ Mas ainda não vi todo (e pretendo vê-lo no cinema, of course).
Deixo a minha resenha pra depois do dia 19 de dezembro! (H)
Edward e Bella, nada como o casal mais lindo do momento (e de todos os tempos) pra ser tema aqui... prestes a estreiar o filme, e eu já baixei! É, não resisti! /o\ Mas ainda não vi todo (e pretendo vê-lo no cinema, of course).
Deixo a minha resenha pra depois do dia 19 de dezembro! (H)
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Este é o meu Twilight
"Meia-noite, quinta-feira - eu e minhas 5 melhores amigas compramos nossos ingressos cinco dias antes e esperamos por horas na fila, próximas à muitos estudantes ávidos, mas cansados. Quando finalmente sentamos em nossos lugares, me sentei atrás e ouvi as conversas ao meu redor. Uma estudante estava explicando ao seu namorado a sinopse de Twilight, enquanto ele fazia perguntas como, "agora, quem é Jacob mesmo?" para mostrar que estava ouvindo. As garotas atrás de nós falavam bastante as vezes sobre como elas decoraram as mochilas e fingiam ser estudantes na escola onde Twilight foi filmado. Do outro lado do corredor, garotas comparavam suas camisas estampadas de "Team Edward" com as outras que tinham estampas de "Bite Me" que sentavam perto delas. A quantidade de fãs era alta e eu pude ver que isso seria muito mais intenso. As luzes diminuiram e eu esperei pelos gritos e aclamação, mas eles não vieram.
Ao invés disso, uma corrente de sussurros nervosos, mas contínuos, atravessaram a sala. O que aconteceu com o que eu tinha visto há dois dias atrás?
De repente percebi a preocupação que estava tomando conta. As garotas sentadas ao meu redor na terça-feira, quando assisti a primeira vez, tiveram uma oportunidade única de serem capazes de formular uma incorrupta opinião sobre o filme. Assim que a primeira exibição terminou, várias críticas saíram de fãs e críticos, e elas não eram boas. Se o filme fosse horrível, arruinaria a perfeita visão formada da Forks (Washington) de Stephenie Meyer, aquela que todos haviam criado em suas mentes. O mundo e a história pelos quais eles se apaixonaram seriam de alguma forma inferiores; seriam de alguma forma mudados. O medo que me tomou na terça-feira, agora tornava o público silencioso.
Como qualquer adaptação de livro, ela nunca pode ser perfeita. O exemplo mais próximo seria a trilogia de "O Senhor dos Anéis" ou "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban" (especialmente porque fazem o que a maior parte dos filmes adaptados não fazem, que é transformar o livro em formato de filme, mas isso é outra discussão). O filme Twilight nunca poderia ser o livro Twilight. Mas, as partes importantes serão parecidas.
Bella Swan ainda se muda de Phoenix para a pequena cidade de Forks, em Washington, e se apaixona pelo vampiro chamado Edward Cullen. O importante, sendo ou não um fã de Twilight, é que você separe o livro do filme o máximo que puder.
Como filme, Twilight nunca teria sido lançado em estúdio. Os personagens são muito estranhos, as emoções muito reais e o clímax não é desesperador. Twilight, o filme, não poderia ser nem mesmo um lançamento indie. Não é engraçado o suficiente para ser um clássico como Juno, e não ousa o bastante para se tornar um conto assombrado como Requiem para Dream or Trannspotting. Então, se Twilight não parece ser um filme principal e não parece um filme indie, qual o problema dele?
Não vou dizer que o filme é perfeito. Por exemplo, eu não fui grande fã dos flashbacks que acontecem toda hora que alguém conta uma história. Eles parecem pobres e fora do lugar, e tenho certeza que fizeram todo mundo no cinema ter crise de riso. O maior problema que várias pessoas vão encontrar sem ler os livros antes, é que os longos olhares parecem prolongar o silêncio (o que não é comum em um filme) e os momentos estranhos entre Edward e Bella podem ser muito desconcertantes. Não é algo que nós estamos acostumados a ver ou sentir em nossas experiências com filmes, mas definitivamente não é uma coisa ruim. Twilight desafia os expectadores a pensar no que está acontecendo por baixo da superfície. Como em nossa vida, as pessoas não dizem sempre o que estão pensando e muitas, senão a maioria, de nossas primeiras relações amorosas são quietas e desajeitadas.
A escolha que Catherine Harwicke e Melissa Rosenburg fizeram foi ousada, pra ser sincera. Embora Edward possa ser um vampiro e o elenco seja muito mais atrativo do que seres humanos normais, há uma verdade em sua versão de primeiro amor. Mais ainda, eles passam a verdade da versão de Stephenie Meyer. O script não aumenta a velocidade ou tem um diálogo Diablo Cody. Ao invés disso, nós vemos como Edward e Bella lentamente se encontram e estranhamente se percebem.
Kristen Stewart e Robert Pattinson têm muito o que fazer com o poder da história de Edward e Bella.
A performance de Kristen Stewart está particularmente inspirante. De alguma forma, ela consegue incorporar os complexos sentimentos de toda garota de 16 anos, fazendo a personagem protagonista uma das mais relacionáveis que existe. Bella é forte, mas sem poder; estranha, mas confiante; insegura, mas confortável; e ela está notávelmente linda, mas completamente inconsciente de sua própria beleza.
Em um dos momentos de partir o coração do filme, quando Bella precisa convencer seu pai, Charlie (Billy Burke), que ela odeia Forks e está indo embora, o olhar no rosto de Charlie enquanto ela bate a porta não foi nada comparado à tristeza e arrependimento de Bella enquanto dirige para longe.
Robert Pattinson mais tarde mostra as mesmas emoções conforme Edward corre para resgatar Bella durante a cena clímax. Enquanto se abaixa sobre ela, ele não pode ajudá-la, mas pede desculpas antes de tentar segurá-la e levá-la para a segurança. O momento em que a dor de Bella é refletida nos olhos dele foi cortante e emocionante ao mesmo tempo. A performance de Pattinson me surpreendeu totalmente. Teria sido fácil interpretar o legal e confiante Edward que se mostra na cena onde Edward e Bella chegam juntos na escola e todos estão assistindo. As garotas adolescentes do público teriam desmaiado o tempo todo (não que elas não tenham feito). Mas ao invés disso, Pattinson nunca ignora a luta interna de Edward. Cada momento com Bella é uma batalhe para ele mesmo, e a agonia misturada com adoração está sempre presente em seu rosto extremamente lindo. No fim, ele ainda é o Edward de nossos sonhos.
Mesmo que Twilight não seja o melhor filme já feito, ele sempre será perfeito em minha mente. Eu serei capaz de ignorar os momentos ruins e o efeito que as resenhas de outros críticos causam. Ao contrário, eu sempre me lembrarei de como me senti quando Edward finalmente admite que ele não pode ficar longe de Bella; sempre lembrarei da imensa alegria quando assisti os Cullens entrando na cafeteria. Sempre lembrarei do filme com o coração - este é o meu Twilight."
ps: Tradução da review do site BuddyTV, traduzida por mim para o Twilight Team
domingo, 23 de novembro de 2008
Sweet London
Londres... um sonho, uma motivação, uma inspiração.
Porque, afinal, quem não tem sonhos? Quem não tem suas metas de vida? Se não for para realizar seus sonhos,por que estamos vivendo então? Acredito que, por mais que nossa vida seja feita de momentos de alegria e satisfação durante seu percurso, devemos ter um incentivo pelo qual continuamos a lutar, pelo qual erguemos a cabeça, e nos levantamos mesmo depois de tantos tropeços. Minha felicidade plena vai chegar quando eu alcançar pelo menos a maioria de meus objetivos pessoais e profissionais, enquanto isso faço parte das milhares de pessoas que se sentem felizes em apenas alguns momentos. É triste, eu sei. Não acredito que felicidade seja estado de espírito. Pra mim, ou você é feliz, ou não é! Mas é tão difícil conseguir SER uma pessoa feliz. Eu as invejo, e este é, no fundo, meu maior objetivo. Se eu sinto que meus sonhos me ajudarão a alcançá-lo, então é em busca deles que eu vou!
Eu sei que preciso ir atrás, sei das minhas falhas e fraquezas, e elas me predominam a maior parte do tempo, como foi minha vida inteira.
Não quero que ninguém tenha pena, nem que ninguém pense que me acho vítima e coitadinha, porque não acho. Estou apenas sendo honesta. Até porque, nem divulgo esse blog pra ninguém mesmo, então por mais que seja público e esteja na internet, não quero tanto assim pagar de vítima pras pessoas.
Eu vou conseguir, sei que vou. Não sei como ainda, mas sei que vou. A parte do como estou tentando descobrir....
ps: Argh, odeio esses templates prontos! >< mas minha amiga Nina disse que faria um pra mim! YAY!
When I was younger I thought the world circled around me
(Quando eu era mais novo, pensava que o mundo girava em torno de mim)
But in time I realized I was wrong
(Mas a tempo percebi que estava errado)
My immortal thoughts turned into just dreams of a dead future
(Meus pensamentos imortais se transformaram em sonhos de um futuro morto)
It was a tragic case of my reality
(Era um trágico caso da minha realidade)
Do you think you're indestructable
(Você acha que é indestrutível)
And no one can touch you
(E que ninguém pode te tocar)
Well I think you're disposeable
(Bem, eu acho que você é descartável)
And it's time you knew the truth
(E está na hora de saber a verdade)
Cause it's just one of my lies
(Porque esta é apenas uma de minhas mentiras)
It's just one of my lies
(é apenas uma de minhas mentiras)
I only wanted to get real high
(Eu só queria ficar chapado)
Cause it's just one of my lies
(Porque esta é apenas uma de minhas mentiras)
Why does my life have to be so small?
(Por que minha vida tem de ser tão pequena?)
Yet death is forever
(Contudo a morte é para sempre)
And does forever have a life to call its own?
(E o 'para sempre' tem uma vida para chamar de sua?)
Don't give me an answer cause you only know as much as I know
(Não me dê uma resposta, porque você só sabe o tanto quanto eu)
Unless you're been there once
(Ao menos que você já tenha estado lá uma vez)
Well I hardly think so
(Bem, eu acho difícil que tenha)
I used to pray all night
(Eu costumava rezar a noite toda)
Before I lay myself down
(Antes de me deitar)
My mother said it was right
(Minha mãe dizia que era certo)
Her mother said it too...
(Sua mãe dizia também...)
Why?
(Por quê?)
Green Day - One of my lies (Uma de minhas mentiras)
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Leave out all the rest
Quando estou triste, muito triste, eu gosto de fazer uma coisa: escrever. Sempre fui assim, desde criança. Desde quando não tinha (e não podia ter) ninguém pra desabafar, e aturava comentários ao meu respeito, sempre era essa a minha reação: chorar e escrever. Escrever porque além de achar que ninguém entenderia, também achava que era só uma justificativa patética pra fugir, pra não precisar enfrentar a situação. É MAIS FÁCIL chorar e depois redigir uma meia dúzia de palavras reclamando da vida, do que erguer a cabeça e superar os problemas.
Aí eu fui fã. Eu sempre tive essa característica... vavá, klb, harry potter... não importa qual seja o vício, mas deles eu entendo. As vezes alguns deles são meu refúgio, talvez pra me envolver com algo dentro de mim apenas. Porque dentro de mim não há como ninguém atacar (mais). É algo meu, que ninguém tira, ninguém machuca, que eu protejo. O mundo é cruel, é assustador demais, a realidade sempre me intimidou.
Homens? Eles são misteriosos demais pra mim. Por mais que eu quisesse ser uma garota normal, com um namorado, que pudesse apresentar a família e tudo mais, eu não conseguiria. Onde está o tal amor? Ele existe de verdade? Não é ficção e bobagens de filmes? Não foi o que eu vi...
Dizem que nós somos as nossas experiências. Nós formamos conceitos das pessoas e da vida a partir de coisas que acontecem conosco. A minha não é exemplo pra ninguém.
Alguém que justifica com traumas babacas de infância os atos de adulta? alguém que acha que medo e desestimulo pode servir como desculpa pra não ir atrás das coisas?
Minha mente entende que não é assim que funciona! Minha mente sabe que no fundo, qualquer pessoa que ler isso vai dizer "pára de se fazer de vítima, menina! eu não tenho dó de vc! levanta a bunda do computador e vai viver, GET A LIFE!". É o que eu diria pra alguém que me dissesse coisas assim! irônico não?
A verdade é que dói saber que vc não é nada. Dói saber que as pessoas que vc mais espera, são aquelas que mais te conhecem e que te dizem "não tenho o mínimo respeito por vc. Suas palavras não funcionam comigo".
A gente sabe, mas tem coisas que a gente não precisa ouvir pra comprovar. A verdade dói mesmo. Pensar nela é pior ainda. Porque você pode fugir dos outros, vc pode enganar TODAS as pessoas, mas como enganar a si mesmo? Como fugir de si mesmo? Como lutar contra as verdades que insistem em passar em sua mente a todo minuto? Como fazer sua cabeça parar de doer com todos esses pensamentos? Como impedir as lágrimas de descer?
Como viver, quando o maior desafio que vc tem que enfrentar é a si mesmo?
Aí eu fui fã. Eu sempre tive essa característica... vavá, klb, harry potter... não importa qual seja o vício, mas deles eu entendo. As vezes alguns deles são meu refúgio, talvez pra me envolver com algo dentro de mim apenas. Porque dentro de mim não há como ninguém atacar (mais). É algo meu, que ninguém tira, ninguém machuca, que eu protejo. O mundo é cruel, é assustador demais, a realidade sempre me intimidou.
Homens? Eles são misteriosos demais pra mim. Por mais que eu quisesse ser uma garota normal, com um namorado, que pudesse apresentar a família e tudo mais, eu não conseguiria. Onde está o tal amor? Ele existe de verdade? Não é ficção e bobagens de filmes? Não foi o que eu vi...
Dizem que nós somos as nossas experiências. Nós formamos conceitos das pessoas e da vida a partir de coisas que acontecem conosco. A minha não é exemplo pra ninguém.
Alguém que justifica com traumas babacas de infância os atos de adulta? alguém que acha que medo e desestimulo pode servir como desculpa pra não ir atrás das coisas?
Minha mente entende que não é assim que funciona! Minha mente sabe que no fundo, qualquer pessoa que ler isso vai dizer "pára de se fazer de vítima, menina! eu não tenho dó de vc! levanta a bunda do computador e vai viver, GET A LIFE!". É o que eu diria pra alguém que me dissesse coisas assim! irônico não?
A verdade é que dói saber que vc não é nada. Dói saber que as pessoas que vc mais espera, são aquelas que mais te conhecem e que te dizem "não tenho o mínimo respeito por vc. Suas palavras não funcionam comigo".
A gente sabe, mas tem coisas que a gente não precisa ouvir pra comprovar. A verdade dói mesmo. Pensar nela é pior ainda. Porque você pode fugir dos outros, vc pode enganar TODAS as pessoas, mas como enganar a si mesmo? Como fugir de si mesmo? Como lutar contra as verdades que insistem em passar em sua mente a todo minuto? Como fazer sua cabeça parar de doer com todos esses pensamentos? Como impedir as lágrimas de descer?
Como viver, quando o maior desafio que vc tem que enfrentar é a si mesmo?
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Bobagens
Nesse momento estou fazendo uma coisa que amo demais: ouvir cd sincronizado com amigos.
É, funciona assim, você escolhe um album, colocam as músicas na ordem, e dão play depois de uma contagem rápida, ao mesmo tempo.
Sim, é coisa de quem não tem o que fazer, mas é divertido mesmo assim!
O album da vez? Wonderland, McFLY. No momento está tocando uma música que particularmente eu amo, The Ballad of Paul k. E confesso que nem gostava tanto dela assim, mas esse álbum é extraordinariamente lindo!
Mas na verdade, esse acaba costumando ser uma desculpa pra continuar batendo papo com alguns amigos. Amigos que a gente não precisa ter necessariamente um bom assunto, mas gostamos tanto, que queremos continuar conversando, continuar tendo contato. Nem que seja pra discutir sobre fics, ou sobre a cagada que outra pessoa deu! :)
Amigos que fazem parte da sua vida, mesmo às vezes estando longe ou não vendo todos os dias.
O que eu seria sem eles? =]
"Say the magic words and i'll destroy the world for you"
=D
É, funciona assim, você escolhe um album, colocam as músicas na ordem, e dão play depois de uma contagem rápida, ao mesmo tempo.
Sim, é coisa de quem não tem o que fazer, mas é divertido mesmo assim!
O album da vez? Wonderland, McFLY. No momento está tocando uma música que particularmente eu amo, The Ballad of Paul k. E confesso que nem gostava tanto dela assim, mas esse álbum é extraordinariamente lindo!
Mas na verdade, esse acaba costumando ser uma desculpa pra continuar batendo papo com alguns amigos. Amigos que a gente não precisa ter necessariamente um bom assunto, mas gostamos tanto, que queremos continuar conversando, continuar tendo contato. Nem que seja pra discutir sobre fics, ou sobre a cagada que outra pessoa deu! :)
Amigos que fazem parte da sua vida, mesmo às vezes estando longe ou não vendo todos os dias.
O que eu seria sem eles? =]
"Say the magic words and i'll destroy the world for you"
=D
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Nostalgia
Se lembra de quando a gente chegou um dia a acreditar...
...que tudo era pra sempre, sem saber que o pra sempre, sempre acaba!
Nostalgia é um sentimento bem complexo, não é?
Não é vontade de fazer hoje o que fazíamos antes, mas é uma saudade que não tem fim. É o desejo de voltar e reviver tudo aquilo, com seus momentos de perfeições e imperfeições. Com as mesmas pessoas, nos mesmos lugares.
Músicas são pessoas, músicas são momentos, cheiros são lembranças. Lembranças boas, ruins. Lembranças que fazem com que nosso coração acelere, por mais que nosso consciente não queira.
É automático, é espontâneo.
É estranho pensar que hoje aquelas pessoas mudaram, que cada uma delas seguiu sua vida, e não faz mais parte do seu dia-a-dia, da sua rotina. Pensar que nós também temos outra rotina, e às vezes nem é exatamente do jeito que gostaríamos.
Mas sabe o que me consola? Saber que ainda tenho tempo para viver momentos tão raros e especiais quanto os que já passaram. Para quando estiver bem velhinha, poder dizer para netos e bisnetos todas as histórias vividas e bem aproveitadas.
A vida começa agora! Nosso futuro quem faz somos nós!
O passado já passou, é intocável e imutável. Ninguém pode nos roubar, ninguém pode mudá-lo ou trazê-lo de volta, por mais que de vez em quando esse seja nosso desejo. Mas o futuro está por vir, e somos nós que iremos construí-lo.
"memory lane, we're here again.. back to the days... and i'll remember you always"
...que tudo era pra sempre, sem saber que o pra sempre, sempre acaba!
Nostalgia é um sentimento bem complexo, não é?
Não é vontade de fazer hoje o que fazíamos antes, mas é uma saudade que não tem fim. É o desejo de voltar e reviver tudo aquilo, com seus momentos de perfeições e imperfeições. Com as mesmas pessoas, nos mesmos lugares.
Músicas são pessoas, músicas são momentos, cheiros são lembranças. Lembranças boas, ruins. Lembranças que fazem com que nosso coração acelere, por mais que nosso consciente não queira.
É automático, é espontâneo.
É estranho pensar que hoje aquelas pessoas mudaram, que cada uma delas seguiu sua vida, e não faz mais parte do seu dia-a-dia, da sua rotina. Pensar que nós também temos outra rotina, e às vezes nem é exatamente do jeito que gostaríamos.
Mas sabe o que me consola? Saber que ainda tenho tempo para viver momentos tão raros e especiais quanto os que já passaram. Para quando estiver bem velhinha, poder dizer para netos e bisnetos todas as histórias vividas e bem aproveitadas.
A vida começa agora! Nosso futuro quem faz somos nós!
O passado já passou, é intocável e imutável. Ninguém pode nos roubar, ninguém pode mudá-lo ou trazê-lo de volta, por mais que de vez em quando esse seja nosso desejo. Mas o futuro está por vir, e somos nós que iremos construí-lo.
"memory lane, we're here again.. back to the days... and i'll remember you always"
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Its over... :(
Eles começaram assim, e foi assim que eu comecei a acompanhá-los. Lembro até hoje do dia em que meu irmão chegou do cinema animado com o filme que acabara de assistir: "Harry Potter e a Pedra Filosofal". O filme que era comentado na época, juntamente com o famoso "O senhor dos anéis - A sociedade do anel".
Ao ver a empolgação dele enquanto contava do filme, resolvi pegar seu livro emprestado para ler. Ler no mesmo dia o livro todo, e simplesmente VICIAR na história. A história do menino que sobreviveu, a história do menino que era odiado por seus parentes, e que logo descobre que pertence a outro mundo. Um mundo de magia, um mundo um tanto quanto excitante, com suas criaturas inimagináveis, e pessoas excêntricas e diferentes.
Este foi o começo de um amor de anos. Anos a espera pela próxima história, anos da espera pela próxima aventura. Todo ano aguardando para saber como estavam Rony, Hermione, Harry, Hagrid e toda a turma.
Torcendo por eles, chorando com eles, gargalhando com eles. Afinal, quem não morria de rir com a família Weasley? Quem não desejava que aquilo se tornasse real? Quem não desejava estar em Hogwarts, e poder ver de perto o fantasma pirraça, ou tomar uma cerveja amanteigada com os amigos bruxos? Quem não gostaria de passar pelo chapéu seletor e saber em que casa ficaria? Quem não gostaria de jogar quadribol?
E sempre que o livro era lançado, era aquela alegria. Aquela ansiedade para ler, e para comentar com os amigos.
E ontem finalmente acabei de ler o sétimo livro, que eu insistia em deixar para depois. Confesso que, assim como no 5º e no 6º livro, também chorei muito. Não só pelo que acontece na história, mas pelo fato de que acabou. Entendem? Depois de sete anos, não há mais livro para esperar, não há mais história para acompanhar, não saberemos mais das aventuras de Rony, Hermione e Harry pelo castelo mais famoso de todos os tempos, depois do castelo da Cinderella.
A pergunta é: e agora? :/
terça-feira, 9 de outubro de 2007
I got no pride
"I got no pride"
A menina que passa anos com uma angústia no coração, e depois consegue fingir ser o que não é (até o momento em que isso se torna evidência). (its just one of my lies)
A menina que gosta de aconselhar e alertar, mas que não tem a menor moral pra isso. (do as i say not as i do, because the shit so deep, you can run away)
A menina que acha que é autosuficiente. (when i was younger i thought the world circled around me)
A menina que descobre que não é nem um pouco autosuficiente, e sofre por isso. (but i learned the hardest way)
A menina que não acredita nos princípios sinceros das pessoas. (standards set and broken all the time)
A menina que não se encontra. (stranded, lost inside mysfelf)
A menina que acha que não tem ngm. (castaway, going at it alone, now i'm on my own)
A menina que tem vontade de sumir, de desaparecer, de viver uma outra vida, longe da rotina em que se encontra presa. (we're living in a repetetion, content in the same old shtick again)
A menina que sorri quando quer gritar. (she screams in silence, a sullen riot penetrating through her mind)
A menina que espera muito das pessoas, mas que não acredita que elas possam lhe dar tanto. (i'm a walking contradiction)
A menina que não sabe o que fazer. (don't know what i want, that's all i've got)
A menina que gostaria de ter coração feito de pedra. (this may sound a little fucked, dont wanna fall in love)
A menina que não aceita opiniões. (who the hell are you to tell me what i am and whats my master plan)
A menina que só quer ser feliz, mas não consegue. (the rage and love, the story of my life)
what's the consolation prize?
now i cannot speak, i lost my voice, i'm speechless and redundant
A menina que passa anos com uma angústia no coração, e depois consegue fingir ser o que não é (até o momento em que isso se torna evidência). (its just one of my lies)
A menina que gosta de aconselhar e alertar, mas que não tem a menor moral pra isso. (do as i say not as i do, because the shit so deep, you can run away)
A menina que acha que é autosuficiente. (when i was younger i thought the world circled around me)
A menina que descobre que não é nem um pouco autosuficiente, e sofre por isso. (but i learned the hardest way)
A menina que não acredita nos princípios sinceros das pessoas. (standards set and broken all the time)
A menina que não se encontra. (stranded, lost inside mysfelf)
A menina que acha que não tem ngm. (castaway, going at it alone, now i'm on my own)
A menina que tem vontade de sumir, de desaparecer, de viver uma outra vida, longe da rotina em que se encontra presa. (we're living in a repetetion, content in the same old shtick again)
A menina que sorri quando quer gritar. (she screams in silence, a sullen riot penetrating through her mind)
A menina que espera muito das pessoas, mas que não acredita que elas possam lhe dar tanto. (i'm a walking contradiction)
A menina que não sabe o que fazer. (don't know what i want, that's all i've got)
A menina que gostaria de ter coração feito de pedra. (this may sound a little fucked, dont wanna fall in love)
A menina que não aceita opiniões. (who the hell are you to tell me what i am and whats my master plan)
A menina que só quer ser feliz, mas não consegue. (the rage and love, the story of my life)
what's the consolation prize?
now i cannot speak, i lost my voice, i'm speechless and redundant
quarta-feira, 27 de junho de 2007
Ansiedade
São 02:37 da manhã, e eu acabei de acordar gráças à um bando de mosquito que inistem em me atormentar (e eles estão me perseguindo, juro! Quanto mais eu tento matar, mais eles aparecem!). Logo o Tony veio pedindo para que eu entrasse no blog dele recém criado e lesse o primeiro post.
O que eu teria a dizer sobre o blog? Bom, gostei dele. Eu gosto do jeito de escrever do Tony. É sempre sincero e claro, ele sabe se expressar e adora refletir sobre o que está passando/sentindo. Isso é importante no meu ponto de vista. Existem pessoas que têm certa dificuldade de se expressar, ainda mais com palavras escritas.
Sucesso para o blog dele! (para o nosso! \o/)
Mas então, isso fez lembrar que eu tinha o meu e nunca mais tinha postado. Como estou sem sono depois do ataque dos mosquitos, resolvi vir aqui e escrever um pouco, por mais que não tenha exatamente nada para dizer.
Acho que preciso seriamente de terapia. Preciso controlar minha ansiedade, principalmente em tempos de TCC.
Talvez isso seja um bom assunto para falar no post de hoje, o meu trabalho de conclusão de curso.
Para quem não sabe estou me formando em jornalismo este ano, e como dizem que o último ano é bastante difícil e estressante, o meu não seria excessão.
Estou fazendo, juntamente com duas amigas, um trabalho sobre uma tv comunitária de um distrito próximo a Natal chamado Praia de Pipa. É um lugar bastante visitado por turistas no Rio Grande do Norte. Antes era um simples vilarejo, calmo e tranquilo, onde só apareciam surfistas que procuravam lugares desertos para surfar. A divulgação por parte deles foi tão grande que hoje Pipa se tornou o segundo lugar mais visitado no RN. Alguns turistas nem passam por Natal, vão direto pra lá.
O objetivo do nosso trabalho é produzir um fotodocumentário sobre a Tv Pipa, já que esta é um instrumento de grande importância para a região, pois eles resgatam um pouco da tradição e da história do lugar para os próprios moradores, que na maioria das vezes o desconhecem.
A pressão por parte dos professores é enorme para entregarmos nos prazos. Grande números de páginas para escrever, e a inspiração não vem. Não pensem que escrever é fácil. Não é simplesmente jogar palavras perdidas e inventadas sobre nosso objeto de pesquisa. É bem mais complexo do que isto! Além de termos que ler bastante para coletar o máximo de informação sobre o tema, também temos que ter o cuidado com as regrinhas da ABNT.
(Tenho pra mim que as pessoas que mudam essas regras passam o ano todo num tédio completo em casa e são pessoas infelizes que têm algum trauma com alunos, por isso resolvem todo ano se juntar e acabar com a vida deles.)
O maior problema é justamente a minha concentração, minha ansiedade. Lógico que quero muito me formar e fazer valer todos estes quatro anos que estou passando na universidade, porém tenho tantos planos para depois disso, que acabo me perdendo da minha primeira meta, que é concluir o curso.
Viajar, morar fora, aprender novas línguas, fazer cursos no exterior, conhecer novas culturas, novas pessoas. Eu quero conquistar o mundo. Ops, quero não, VOU! =)
Antes disso termino o que comecei aqui. E se tudo correr bem (e vai), em janeiro estarei junto de meus colegas comemorando a vitória de todos.
O que eu teria a dizer sobre o blog? Bom, gostei dele. Eu gosto do jeito de escrever do Tony. É sempre sincero e claro, ele sabe se expressar e adora refletir sobre o que está passando/sentindo. Isso é importante no meu ponto de vista. Existem pessoas que têm certa dificuldade de se expressar, ainda mais com palavras escritas.
Sucesso para o blog dele! (para o nosso! \o/)
Mas então, isso fez lembrar que eu tinha o meu e nunca mais tinha postado. Como estou sem sono depois do ataque dos mosquitos, resolvi vir aqui e escrever um pouco, por mais que não tenha exatamente nada para dizer.
Acho que preciso seriamente de terapia. Preciso controlar minha ansiedade, principalmente em tempos de TCC.
Talvez isso seja um bom assunto para falar no post de hoje, o meu trabalho de conclusão de curso.
Para quem não sabe estou me formando em jornalismo este ano, e como dizem que o último ano é bastante difícil e estressante, o meu não seria excessão.
Estou fazendo, juntamente com duas amigas, um trabalho sobre uma tv comunitária de um distrito próximo a Natal chamado Praia de Pipa. É um lugar bastante visitado por turistas no Rio Grande do Norte. Antes era um simples vilarejo, calmo e tranquilo, onde só apareciam surfistas que procuravam lugares desertos para surfar. A divulgação por parte deles foi tão grande que hoje Pipa se tornou o segundo lugar mais visitado no RN. Alguns turistas nem passam por Natal, vão direto pra lá.
O objetivo do nosso trabalho é produzir um fotodocumentário sobre a Tv Pipa, já que esta é um instrumento de grande importância para a região, pois eles resgatam um pouco da tradição e da história do lugar para os próprios moradores, que na maioria das vezes o desconhecem.
A pressão por parte dos professores é enorme para entregarmos nos prazos. Grande números de páginas para escrever, e a inspiração não vem. Não pensem que escrever é fácil. Não é simplesmente jogar palavras perdidas e inventadas sobre nosso objeto de pesquisa. É bem mais complexo do que isto! Além de termos que ler bastante para coletar o máximo de informação sobre o tema, também temos que ter o cuidado com as regrinhas da ABNT.
(Tenho pra mim que as pessoas que mudam essas regras passam o ano todo num tédio completo em casa e são pessoas infelizes que têm algum trauma com alunos, por isso resolvem todo ano se juntar e acabar com a vida deles.)
O maior problema é justamente a minha concentração, minha ansiedade. Lógico que quero muito me formar e fazer valer todos estes quatro anos que estou passando na universidade, porém tenho tantos planos para depois disso, que acabo me perdendo da minha primeira meta, que é concluir o curso.
Viajar, morar fora, aprender novas línguas, fazer cursos no exterior, conhecer novas culturas, novas pessoas. Eu quero conquistar o mundo. Ops, quero não, VOU! =)
Antes disso termino o que comecei aqui. E se tudo correr bem (e vai), em janeiro estarei junto de meus colegas comemorando a vitória de todos.
terça-feira, 5 de junho de 2007
Aquarela
Pare um instante o que está fazendo e pense um pouco sobre sua vida! É, volte no tempo se for preciso e analise todas os momentos que você passou, bons e ruins, e veja se está arrependido de ter feito (ou não) alguma coisa! Momentos com amigos, baladas, escola, faculdade, trabalho, família, tudo! Se lembre das festas que foi ou que deixou de ir, dos foras que já deu ou já levou, dos passeios, das viagens, dos amigos que fez e dos que nunca mais teve contato, da última vez que foi à praia pegar sol, da última vez que dançou até seus pés dizerem "chega", da última roupa que comprou, do último sorvete que tomou, dos últimos filmes que foi assistir no cinema.
Agora pense em como está sua vida agora! Você está feliz? você é feliz? Está safisfeito com o rumo das coisas?
E o futuro? o futuro não pertence a Deus! O futuro é seu, é você quem constrói!
Você acha que está fazendo tudo certo para que tenha o futuro que planeja? ou você não planeja futuro nenhum? Não tem sonhos? não tem metas? Está inseguro?
Bom, esses últimos meses têm me feito pensar bastante a respeito disso. E percebi que minha vida está uma completa bagunça! Eu quero tudo e no fim não tenho nada! Ô ansiedade! Ela ainda me mata de gastrite! =p
Hoje foi um dia emocionante para mim, o dia em que "caiu a ficha" e percebi que está na hora de acordar, de me concentrar mais no que eu realmente quero, para conseguir achar o caminho certo de chegar até lá. É momento de deixar o choro de lado, pegar a insegurança e deixar ela guardadinha na "gaveta", porque se ela serve para aguma coisa é para mostrar que posso superá-la, ou melhor, superar a mim mesma. Acho que no fundo esse é o meu maior desejo, mostrar à todos e a mim que sou capaz de ir atrás dos meus objetivos e de realizá-los!
Será difícil sim, mas quem disse que seria fácil?
Planos para o futuro? Ah sim, eu quero morar fora do país! Primeiro passo é Estados Unidos, depois Londres e depois? vai saber! Talvez RJ, talvez Curitiba, talvez Minas Gerais, não sei ainda..! Profissão? ser JORNALISTA!
E vou me esforçar ao máximo para fazer meu TCC (trabalho de conclusão de curso), me formar e ir em busca dos meus sonhos!
E você? Já parou para pensar nas suas metas? Já parou para traçar um caminho do que você quer pra sua vida?
Lembre-se de que quem faz seu futuro é você mesmo!
Nós somos capazes de mudarmos nossa rota! O passado já passou, e o presente é nossa hora de mudar o que virá daqui pra frente! =)
Agora pense em como está sua vida agora! Você está feliz? você é feliz? Está safisfeito com o rumo das coisas?
E o futuro? o futuro não pertence a Deus! O futuro é seu, é você quem constrói!
Você acha que está fazendo tudo certo para que tenha o futuro que planeja? ou você não planeja futuro nenhum? Não tem sonhos? não tem metas? Está inseguro?
Bom, esses últimos meses têm me feito pensar bastante a respeito disso. E percebi que minha vida está uma completa bagunça! Eu quero tudo e no fim não tenho nada! Ô ansiedade! Ela ainda me mata de gastrite! =p
Hoje foi um dia emocionante para mim, o dia em que "caiu a ficha" e percebi que está na hora de acordar, de me concentrar mais no que eu realmente quero, para conseguir achar o caminho certo de chegar até lá. É momento de deixar o choro de lado, pegar a insegurança e deixar ela guardadinha na "gaveta", porque se ela serve para aguma coisa é para mostrar que posso superá-la, ou melhor, superar a mim mesma. Acho que no fundo esse é o meu maior desejo, mostrar à todos e a mim que sou capaz de ir atrás dos meus objetivos e de realizá-los!
Será difícil sim, mas quem disse que seria fácil?
Planos para o futuro? Ah sim, eu quero morar fora do país! Primeiro passo é Estados Unidos, depois Londres e depois? vai saber! Talvez RJ, talvez Curitiba, talvez Minas Gerais, não sei ainda..! Profissão? ser JORNALISTA!
E vou me esforçar ao máximo para fazer meu TCC (trabalho de conclusão de curso), me formar e ir em busca dos meus sonhos!
E você? Já parou para pensar nas suas metas? Já parou para traçar um caminho do que você quer pra sua vida?
Lembre-se de que quem faz seu futuro é você mesmo!
Nós somos capazes de mudarmos nossa rota! O passado já passou, e o presente é nossa hora de mudar o que virá daqui pra frente! =)
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Patriota sim, idiota não!
Nacionalismo, nacionalismo, nacionalismo..
Ouço tanto as pessoas falando isso atualmente que fico em dúvida se elas são de fato patriotas ou se gostam de estar na moda.
Tem mais hipocrisia do que a frase da bandeira nacional "Ordem e Progresso"?
O que vemos é um país que cada vez mais abre as portas para que os estrangeiros entrem e façam nele o que bem entender.
Particularmente não acho que essa seria uma coisa ruim, se os brasileiros fossem conscientes o suficiente para saber diferenciar o "ser mente aberta para outras culturas" do dar "liberdade total" para os outros literalmente invadirem seu território.
A maior motivo pelo qual me orgulho de ser brasileira é justamente pela rica mistura de culturas existente no nosso país. Se ter vindo morar em Natal me fez bem, foi principalmente pelos preconceitos que quebrei e por ter tido a oportunidade de conhecer lugares totalmente diferentes, com tradições diferentes, costumes diferentes e hábitos diferentes.
Estrangeiros? Ao meu ver são mais do que bem-vindos. Venham estudar, trabalhar, morar e conhecer mais nosso país, exatamente o mesmo que pretendo fazer quando for para os Estados Unidos.
Eu sei, dizem que a realidade é cruel e que - diferente de nós - eles não são tão abertos assim à imigrantes. Uma pena, se quer saber.
O que eu tanto critico nos 'pseudointelectuais' não é por sua paixão pelo Brasil, tampouco pela rebeldia contra o imperialismo norte-americano, mas por seu igual radicalismo, por seu igual preconceito ao querer idolatrar TUDO o que é do nosso país e ter repulsão por TUDO que é norte-americano.
Ora, façam-me o favor! Não é só porque tem muita mídia que é ruim, não é só porque quer vender que é ruim e não é só porque é daqui que é bom.
Bom é o que nos agrada, independente de divulgação ou de sua origem.
Eu sou brasileira com orgulho sim. Consigo ouvir Los Hermanos, Chico Buarque, Green Day, McFLY ou Arctic Monkeys. Gosto de inglês, uso all star, como no Mc Donalds, bebo coca-cola e vou na pré-estréia do Homem-Aranha.
Com licença? :)
Ouço tanto as pessoas falando isso atualmente que fico em dúvida se elas são de fato patriotas ou se gostam de estar na moda.
Tem mais hipocrisia do que a frase da bandeira nacional "Ordem e Progresso"?
O que vemos é um país que cada vez mais abre as portas para que os estrangeiros entrem e façam nele o que bem entender.
Particularmente não acho que essa seria uma coisa ruim, se os brasileiros fossem conscientes o suficiente para saber diferenciar o "ser mente aberta para outras culturas" do dar "liberdade total" para os outros literalmente invadirem seu território.
A maior motivo pelo qual me orgulho de ser brasileira é justamente pela rica mistura de culturas existente no nosso país. Se ter vindo morar em Natal me fez bem, foi principalmente pelos preconceitos que quebrei e por ter tido a oportunidade de conhecer lugares totalmente diferentes, com tradições diferentes, costumes diferentes e hábitos diferentes.
Estrangeiros? Ao meu ver são mais do que bem-vindos. Venham estudar, trabalhar, morar e conhecer mais nosso país, exatamente o mesmo que pretendo fazer quando for para os Estados Unidos.
Eu sei, dizem que a realidade é cruel e que - diferente de nós - eles não são tão abertos assim à imigrantes. Uma pena, se quer saber.
O que eu tanto critico nos 'pseudointelectuais' não é por sua paixão pelo Brasil, tampouco pela rebeldia contra o imperialismo norte-americano, mas por seu igual radicalismo, por seu igual preconceito ao querer idolatrar TUDO o que é do nosso país e ter repulsão por TUDO que é norte-americano.
Ora, façam-me o favor! Não é só porque tem muita mídia que é ruim, não é só porque quer vender que é ruim e não é só porque é daqui que é bom.
Bom é o que nos agrada, independente de divulgação ou de sua origem.
Eu sou brasileira com orgulho sim. Consigo ouvir Los Hermanos, Chico Buarque, Green Day, McFLY ou Arctic Monkeys. Gosto de inglês, uso all star, como no Mc Donalds, bebo coca-cola e vou na pré-estréia do Homem-Aranha.
Com licença? :)










